Pesquisar este blog

domingo, 22 de agosto de 2010

Mulher moderna

Mulher moderna




Não espere que eu seja

A mulher que você deseja

Isso é quimera...

Sou liberdade,

Sou libertina,

Sou raposa, sou de rapina...

Não aguarde que procure aliança perdida,

Que eu passe emenda nos documentos rasgados.

Não venha me induzir a ser o que convém.

Nunca fui convencional

Nem soa bonito o verbo convir.

Não venha me trancafiar,

Esconder, mutilar...

Não espere submissão, falta de opinião,

Há várias formas de amar!

Gosto de ver o dia nascer.

Cheirar as flores, me enfeitar...

(Sou mulher de M Maiúsculo!)

a gente só entrega a vida quando a morte vem cobrar.

E enquanto ela não vem, vá me dando licença que vou ser eu...

Vá me dando passagem que dos prazeres dessa vida,

Passageira, fugidia...

Vou gozar...